A inteligência artificial está entrando em uma nova fase. Em vez de aparecer apenas como uma ferramenta separada, ela começa a fazer parte da estrutura dos próprios aplicativos.
Na prática, isso significa que tarefas que antes dependiam de vários comandos podem passar a acontecer dentro do fluxo normal de trabalho.
Uma mudança de interface
Durante os primeiros anos de popularização da IA generativa, a principal forma de interação foi a caixa de texto.
O usuário fazia uma pergunta, enviava uma instrução e aguardava uma resposta.
Agora, a tendência é que esse processo fique cada vez menos visível.
Aplicativos podem analisar documentos, organizar informações e sugerir ações sem exigir que o usuário interrompa aquilo que estava fazendo.
O aplicativo continua no centro
Isso não significa necessariamente o desaparecimento dos aplicativos tradicionais. O que muda é a camada de inteligência disponível dentro deles.
A transformação mais relevante pode acontecer quando deixarmos de perceber que estamos utilizando inteligência artificial.
Ainda há muitas questões em aberto, especialmente relacionadas a privacidade, processamento local e controle do usuário.
